sexta-feira, julho 22, 2005

Momento Poético

Abre caderno, fecha caderno
Lê folha, relê folha
Nisto escorrego numa solha
E dei um grande terno!

Em plena rua da Florinda
Um grande espalhafato
E tudo por causa dum cacto
Propriedade da tia Arminda!

Polícia, médicos e até enfermeiros
Mais os empregados da Câmara
Que, coitados, cheios de lama
Lá apareceram muito matreiros

Mas como a história é longa e nada em vão
Isto fica por aqui
Porque quero é tramar o Abacaxi
Ou não me chamo Fonseca Galhão!

MS

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