Era uma vez uma velhinha que vivia sozinha. Um dia a velhota comprou uma casota. Mas senhora não tinha cão, e então foi ao pão e trouxe cinco rabanadas. Pelo caminho, apanhou com cinco rabanadas de vento que lhe levaram cada uma uma rabanada. Ficou muito xateada e resolveu por as rabanadas de vento em tribunal. Acabou por ganhar e como indemenisação pediu uma trotinete para ir à Roménia. Pelo caminho enganou-se e foi parar à Arménia. Lá casou e teve netos nascidos directamente da sobrinha. Sabendo que eram da sobrinha, irritou-se e mandou uma bomba para lá para casa e fugiu para a Colômbia. Começou a drogar-se e a droga revitalizou-lhe o corpo fazendo com que parecece uma menina de vinte anos. Como não tinha documentos foi caça por um empresário que a obrigou a fazer coisas indecentes. Nunca lhe tinha ocurrido que chegaria o dia em que teria de engraxar sapatos. Um dia fartou-se, pegou na graxa, camuflou-se toda e fugiu precisamente ao meio dia. Foi confundida com um limpa chaminés e foi obrigada por outro empresário a ir limpar-lhe as chaminés. Quando estava lá no meio da chaminé, ficou presa e ninguém mais coube dela. Ali ficou presa até morrer. Foi para o céu e lá tropeçou numa nuvem e caiu no inferno. O Diabo mal tratou-a até ela morrer outra vez. Depois disso encarnou num jogo para telemóveis daqueles que desgraçam muitos miudinhos e foi confiscada. Transformou-se num vírus informático e alojou-se no Pentágono porque queria ser uma estrela. Mexeu lá nos files do Pentágono e com tanta informação sobre crimes e criminosos, tornou-se num vírus assassino de computadores. Matou muitos até que um dia ao caminhar por uma linha telefónica se enganou no caminho e em vez de ir dar ao computador, foi dar ao telefone, que tinha uma pessoa a usá-lo. Saiu pelo oscultador e possuiu essa pessoa. Como era uma mulher, tournou-se lésbica e começou a matar todos os ursos que lhe apareciam à frente. Como é de prever, no meio da cidade não há ursos o que a levou a entrar em parafuso e cair p'ro lado.
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