É do conhecimento geral a existência do tal. O tal é tal e qual o tal dito cujo. Mas o tal dito cujo já não é tal e qual o tal. Porque o tal deriva do tal dito cujo. Mas afinal qual é o tal tal? O tal dito cujo ou o tal? Se tivermos em conta o tal pela perspectiva ancestral, então o tal tal é o tal dito cujo. Mas se, pelo contrário, optarmos por encarar o tal tal do ponto de vista nominal, então, o tal tal é o tal, pois por si só já é o tal. Assim, passamosa ter o tal tal que é o tal. De outra forma, diriamos que o tal tal já não era o tal mas sim o tal dito cujo com o acrescento tal. Aí sim, seria o tal tal dito cujo. Mas se pensarmos bem, se nos referirmos ao tal dito cujo como o tal tal dito cujo, dá a ideia que existem mais tais ditos cujos, que existindo seriam tais quais o tal tal dito cujo, com a diferença do "tal". Teríamos: o tal tal dito cujo e os tais ditos cujos. Mas como o tal dito cujo é só um, não podem haver mais tais quais o tal dito cujo chamados tais ditos cujos. Por isso o tal tal dito cujo é só o tal dito cujo e os tais ditos cujos não existem. Mas e o tal tal? sendo denominado o tal tal, confere-lhe o estatuto de especial quando o especial é só o tal dito cujo. Assim sendo, não dá para termos um tal tal, e aliás, porque o tal já se destingue dos outros tais. Referindo-nos ao tal por o tal, já sabemos que é o tal e não os outros...tais.
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