Imaginemos a seguinte situação: um cão vadio rouba umas salsichas de cachorro quente, de um vendedor de rua. Um Senhor chega, pede um cachorro quente mas o vendedor apersebe-se que já não tem salsichas. Perde o cliente e sente-se perdido. Vai para casa e a caminho é "desviado" para dentro de uma limusina. Aí estão o homem que controla a máfia dos cachorros quentes e os seus capangas. Depois de interrogado, o vendedor é assassinado por ter desviado salsichas. O seu pequeno perde o exemplo de bom pai que vinha tendo até aí. O miúdo transforma-se num delinquente, que não vai à ecola, experimenta drogas, começa a roubar para consumir, entretanto já tinha violado não sei quantas mocinhas, começa a vender nove doses para poder consumir uma, é caço pela polícia e vai dentro por tráfico. Ao fim de algum tempo, consegue escapulir-se, a polícia persegue-o, rouba um carro com um refém, o carro fica sem gasolina, abandona o carro, entra numa casa de um caçador, o homem que tem a família toda em casa tenta resistir-lhe com a sua arma de caça mas acaba sendo baleado. O fugido miúdo orfão de um vendedor de cachorros quentes está agora cercado numa casa com um homem ferido gravemente, com o refém dono do automóvel roubado, com o resto da família do caçador, o peixinho deles que nem dourado era, a gata, os piriquitos que não se calam e um cão. Um cão gordo e rafeiro que há uns tempos se encontrava na rua a roubar salsichas a vendedores de cachorros quentes. O rapaz não sabe bem porquê mas não gosta do rafeiro. Perante a pressão da situação resolve acabar com aquilo. Suicida-se. Passado pouco tempo o cão falece. E qual é a moral desta história em que por causa de um roubo inconsciente as vidas de vários sofreram vários transtornos e reviravoltas? Isto quer dizer que as salsichas estavam estragadas e o cão que as comeu sofreu e morreu com uma úlcera no pãncreas. Por isso não comam cachorros mas sim francesinhas.
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2 comentários:
pior impossivel sem dizer no tom de humor ridiculo do final !!!!
mt bom!!
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