Vi um cão a entrar num hotel. No hotel estava um extraterrestre. O extraterrestre fez magia e tirou de uma tomada um triciclo. O triciclo era antigo o que fez com que viajasse no tempo. Fui parar à pré-história. Dei comigo num pântano. Perdido estava mas consegui encontrar uma cabine telefónica. Telefonei para o meu advogado para que despachasse um telegrama ao Circo Chen a dizer que um dos seus leões estava comigo. Montado no leão fui parar a uma cidade. Na cidade deixei o leão a cuidado de um jardineiro reformado que vestia uma t-shirt do Regresso ao Futuro. Parti para o café e comi um cachorro especial. O molho não era mau. Fui a um stand de automóveis. O vendedor era um macaco. Comprei um pterodáctil por um saco de caramelos. Levei o pterodáctil ao mecânico. Disse-lhe que queria um kit velocidade da luz mas teve de ser um kit de isqueiro porque os outros estavam esgotados. Parti no pterodáctil em busca do cálice da vida eterna. Ao passar pelo deserto deparei-me com um rinoceronte negociador de pechinchas. Comprei-lhe uma banda desenhada do Rantanplan por um par de bigodes de javali. Parti novamente. Enquanto lia o Rantanplan, a velocidade do meu pterodáctil era tão baixa, que abri um buraco temporal e voltei para o meu tempo. Escapando por pouco a um choque frontal com um helicóptero de trânsito, pousei o animal e entreguei-o ao Museu Nacional da Pré-História. Voltei para casa, comi uma taça de Chocapic e fui a casa da minha amiga de infância. Ela tinha deixado um recado a dizer que tinha ido ver o lançamento de um satélite à baixa. Deitei-me na sua marqueza D. Dinis e sonhei com bolachinhas de chocolate.
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