Quando D. Manuel I era piqueno, era um menino muito rebelde. E por causa disso tiveram de o mandar para uma penitenciária australiana para ver se o menino endireitava. A verdade é que o rapaz se evadiu e foi ter a casa de um ferreiro. Lá se virou pó ferreiro e disse "Olhate láinde ó ferrate. I precisate de uma espadate gigantate para go killate aqueles taidorates", e o ferreiro fez-lhe uma espada de dois metros. Depois disso, foi ao Japão fazer queixinhas ao Buda que a sua família não era fiel à dieta de maçãs implementada pelos mesmos em honra do tal Alah. Buda ficou tão irritado, que fez chover camomila do céu. A família real que era alérgica a camomila morreu de overdose. D.Manuel regressou, proclamou o trono, e no seu discurso de nomeção de rei, disse "Que isto sirva de lição a todos os drogados que andam aí a comer hortelã às dúzias". E com estas palavras D.Manuel se tornou rei de Portugal, instaurando um novo semi-friado, o dia das mentiras, que não é friado, mas que toda a gente acha especial por algum motivo.
E com esta lição de história esclareço a grande dúvida do século: "o que é que o Buda e Alah têm em comum?"
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