Já imaginaram como seria a nossa vida se estivessemos dentro de um jogo de computador? Eu já, e posso-vos dizer que ao contrário do que as pessoas pensam n seria lá muito melhor.
Quando se fala deste assunto, a maioria das pessoas, pensa logo na questão dos "continue"s: "Ei isso era óptimo. Assim não tinha medo de nada. podia morrer quantas vezes quisesse". Mas as coisas não são bem assim. Num videojogo, há sempre um número limitado de "continue"s. Desta forma, a história das sete vidas dos gatos, aplicar-se-ia a nós, e assim andaríamos por aí muito mais mal dispostos (no sentido de chateados).
Passo a explicar: tudo bem que teríamos mais vidas do que as que temos na realidade, mas à medida que as íamos perdendo, teríamos reacções do tipo: "Fogo! Já só me faltam 6 vidas!". E quem diz 6, diz 5, 4, 3, 2...até que chegaríamos à última. Nessa altura, andaríamos todos a olhar pa todos os lados com a mania da perseguição, sempre a tentar antecipar os movimentos dos outros. Isto sería muito chato. Imaginem que estão num café com um amigo vosso. Vocês ainda têm 7 vidas mas o vosso amigo já só tem uma. De repente, dão-se conta que uma mulher que está por trás do vosso amigo está descaradamente a ouvir a vossa conversa e dizem ao vosso amigo. Mal ouve isto, ele despede-se de vocês e vai-se embora, o que é estranho pois ainda nem sequer tinham pedido nada.
E é claro que há melhores jogadores que outros. Imaginem que no sorteio dos genes, vos calharam os que a ninguém interessam. Era muito mau.
Pois é, deve ter sido a pensar nisto, que há uns anos atrás invetaram os "memory cards".
Espero que agora olhem para a vida de outra maneira, e que comam mais bolhachas maria pois ouvi dizer que fazem bem ao sistema linfático.
P
quarta-feira, julho 27, 2005
Videojogos Linfáticos
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