"Eu não faço porque tu fazes, fazendo o feito já feito por outros.
Mas fazes o feito negando o que fazes mas sabendo o que fazes.
Vou fazer o meu feito, pois o teu já foi feito.
Vou faze-lo fazendo o que faço hoje e o que fiz ontem.
Fazer o feito, é fazer o que se faz e não o que se fez.
Mas os feitos já feitos, são feitos porque foram feitos pelo que já se tinha feito.
Então, fazer o feito é fazer o que é feito.
Não o que se faz ou o que se fez.
Então, porque tu fazes que fazes, deixo de não fazer para fazer o meu feito.
Fazendo-o todos os dias, aqui e agora,
Vou faze-lo hoje, amanhã e ontem.
Vou faze-lo fazendo-o,
Não vou faze-lo com o que já está feito.
No fim do feito o que farei?
Farei o que já foi feito? ou o que já fiz?
Farei apenas o que faço e vou fazendo."
Este é um poema, de um autor desconhecido que permanece uma incógnita, que relata o drama, o perigo, a tristeza e a alegria, um misto de confusão e não saber nada, o dilema, o problema que é ter uma folha de papel e um lápis à nossa frente e kerer comer um belo bolo de café com manteiga.
É com este poema que quero despertar em vocês o espírito natalicio.
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